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Luta entre amigos: astros do UFC opinam

O clima do “The Ultimate Fighter Brasil” esquentou de vez no último domingo, após a luta entre Rony Jason e Anistávio Gasparzinho. Os dois são amigos fora da casa, treinam e já moraram juntos, e se enfrentaram por conta de uma decisão de Vitor Belfort, um dos treinadores, que tinha o direito de casar a luta.

Atletas da Integralmédica Suplementos Nutricionais, patrocinadora oficial do TUF Brasil, deram sua opinião, e foram unânimes em dizer que não lutariam contra parceiros de treino.

José Aldo (campeão peso pena do UFC)

“Enfrentar alguém da Nova União é como enfrentar um irmão, e não me vejo conseguindo fazer isso agora. O Dedé [Pederneiras, líder da Nova União] sempre fala disso com a gente, diz que é possível que um dia aconteça, mas espero que esse dia nunca chegue”.

Erick Silva (lutador peso meio-médio do UFC)

“Não lutaria com um amigo meu próximo. Tem uma questão de caráter. Não acho legal. Até porque não fica uma luta bonita de se ver. Nunca vou querer dar meu máximo, por mais que queira ganhar, porque se tenho um sonho, mas um amigo está na minha frente, eu respeito e espero minha oportunidade. Acredito que estrategicamente o Vitor tentou, na concepção dele, casar as primeiras lutas conforme ele achou que teria vantagem, que iria ganhar. Agora conforme ele falou, que amigo tem que lutar, já não apoio ele. Ele poderia evitar isso. Não concordo com o que o vitor falou de que tem que lutar e esquecer que é amigo. Isso não tem como. Não dá para esquecer que o cara é seu amigo”.

Charles do Bronx’s (lutador peso pena do UFC)

“Para mim, o Vitor Belfort poderia ter deixado essa luta para acontecer numa final, algo que todos queriam ver. Mas é aquilo, todos são profissionais e tiveram que lutar. Eu não lutaria com um amigo próximo, um cara que sempre treina comigo, por exemplo, o Felipe Sertanejo, que estamos indo um à academia do outro sempre. Volta e meia me perguntam sobre o José Aldo, e, sim, ele é meu amigo, mas não é próximo, não saímos para jantar, só trocamos ideia. Então, neste caso, eu lutaria”.

Felipe Sertanejo (lutador peso pena do UFC)

“Eu acho totalmente incoerente colocar amigos para lutar um contra o outro. Hoje em dia existem muitos lutadores para casar boas lutas, não tem essa necessidade de criar um clima assim. Casar uma luta entre amigos que já treinaram juntos é falta de bom senso. Se os lutadores forem para as finas é uma coisa, não tem escolha mesmo. Mas casar antes é falta de bom senso”.

Postado por oscardaniotti às 16:52

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“Bones”ganha a terceira defesa de cinturão e segue “limpando” a categoria

Os mais críticos podem falar: “não foi o Jon Jones de sempre”. A afirmação pode até ser verdade, mas fato é que o campeão mais jovem da história do UFC dominou todos os cinco rounds contra seu ex-companheiro de equipe Rashad Evans e, na decisão unânime dos jurados, confirmou, na madrugada de sábado (21) para domingo (22), na principal luta do UFC 145, a supremacia na categoria ao vencer a terceira defesa de cinturão em sete meses. Agora, “Bones” irá enfrentar o veterano Dan Henderson em confronto ainda a ser marcado.
 
“Já havia avisado para o Dan Henderson que ele iria lutar com o vencedor daqui (Jon Jones vs Rashad Evans). Então ele vai mesmo fazer esse combate contra Jones. Acho que será um grande desafio para o campeão”, afirmou o presidente do UFC Dana White após o evento.
 
Jones vence todos os cinco rounds e jurados decretam decisão unânime para o campeão
 
Sempre dominando o centro do octógono, Jon Jones conseguia administrar a luta desde seu início. Cotoveladas, socos, joelhadas, chutes… “Bones” aplicava todo o seu “leque de opções” contra o ex-campeão da categoria e ex-companheiro de equipe Rashad Evans. No final do primeiro assalto, Rashad chegou a encaixar um bom chute alto e o campeão balançou.
 
Já no final do segundo round, foi a vez de Jones dar o troco. Com a sequência de golpes aplicada por “Bones” parecia que Rashad iria nocautear, mas o ex-campeão conseguiu resistir. A essa altura, Jones já ditava o ritmo da luta, o que se comprovava com o campeão usando somente seus cotovelos para golpear Rashad.
 
Nos rounds subsequentes, Rashad parecia só pensar em se defender e, sabendo de seu domínio, Jones não se arriscava muito e seguia pontuando com seus golpes traumáticos. Vitória do campeão na decisão unânime dos jurados. Rashad foi o primeiro adversário nas últimas sete lutas que conseguiu não ser finalizado ou nocauteado por Jones.  
 
“Definitivamente, essa foi a minha vitória mais satisfatória. Ter vencido Rashad foi muito importante para mim. Estou surpreso por não ter nocauteado ele. Eu tinha esse objetivo. Sendo assim, tiro o meu chapéu para Rashad”, declarou o campeão Jon Jones.
 
“Ele foi muito esperto e dificultou muito o meu objetivo. Usou muito bem os cotovelos e eu acabei optando pela estratégia errada lá dentro”, justificou Rashad Evans.
 
Confira o card completo:
 
Card principal:
Jon Jones venceu Rashad Evans na decisão unânime dos jurados
Rory MacDonald nocauteou Che Mills aos 2:20 do segundo round
Ben Rothwell nocauteou Brendan Schaub aos 1:10 do primeiro round
Michael McDonald nocauteou Miguel Angel Torres aos 3:18 do primeiro round
Eddie Yagin venceu Mark Hominick na decisão dividida dos jurados 
Mark Bocek venceu John Alessio na decisão unânime dos jurados

Card preliminar:
Travis Browne finalizou Chad Griggs  com um triângulo aos 2:29 do primeiro round        
Matt Brown venceu Stephen Thompson na decisão unânime dos jurados
Anthony Njokuani venceu John Makdessi na decisão unânime dos jurados
Mac Danzig venceu Efrain Escudero na decisão unânime dos jurados
Chris Clements venceu Keith Wisniewski na decisão dividida dos jurados
Marcus Brimage venceu Maximo Blanco na decisão dividida dos jurados

Postado por oscardaniotti às 17:05

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Mensaleiro tenta proibir o MMA na TV sem o mínimo conhecimento do esporte.

É lamentável o interesse de um deputado, de São Paulo, em proibir o MMA na TV, aberta ou paga. Nosso deputado, eleito pelo voto popular, está indo contra nossos grandes campeões, que botam sua cara no exterior e divulgam o Brasil como potência, no esporte.

O mais triste é que o mesmo, tem seu nome publicado no Google como recebedor de propina do mensalão. Nosso deputado perde toda sua credibilidade com aqueles que votaram e não votaram nele . Um político envolvido em propinas é, com certeza, muito mais violento que as imagens de MMA exibidas por emissoras.

Pois é, esse deputado é autor de um Projeto de Lei, no Senado, que proíbe a transmissão de esportes ditos não olímpicos, pelas televisões, abertas e pagas.

Bem, vemos tanta “luta” pela profissionalização do esporte; treinos, cada vez mais concentrados e tantas e mais tantas técnicas e recursos na preparação de um atleta de MMA.

Mesmo tendo a marca “UFC” batido o valor, em cerca, de dois bilhões de dólares, não foi suficiente para convencer determinadas mentalidades retrógadas de que o MMA é um esporte e como tal, pratica quem quer e assiste, também, quem gosta.
Enfim, nossas crianças convivem com imagens muito mais violentas que o MMA. Basta acessar, diariamente, nossos telejornais.

Estamos derrubando o preconceito contra o MMA e a grande imprensa tem apoiado isso, maciçamente. Diversas aparições de Anderson Silva na mídia; notícias positivas na Folha de São Paulo (diga-se de passagem, um dos maiores jornais do país); coluna de famoso lutador, todo sábado no Extra (grande circulação no Rio de Janeiro); reportagens no Jornal da Record, e na TV Globo, programa “TUF Brasil” que vale um contrato com o UFC, mediado pela cantora Sandy.

Em ano de UFC, no Rio de Janeiro, temos que brigar contra um brasileiro que deveria estar feliz que nossos atletas divulgam o Brasil, positivamente. Ao contrário dos envolvidos no mensalão, que colocam a politica brasileira como uma das mais corruptas do mundo.

Viva o MMA!

Postado por oscardaniotti às 7:25

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