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Jornal do Brasil

À Sua Saúde

Hipertensão durante a gravidez:

A pressão arterial alta é uma tensão acima do normal exercida pelo sangue sobre as paredes dos vasos do organismo.

O coração bombeia o sangue pelas artérias, que circula pelo corpo.

A pressão arterial alta, também chamada de hipertensão, significa que níveis pressóricos nas artérias esta acima do normal.

A hipertensão durante a gravidez, também chamada de pré-eclâmpsia, é uma complicação médica caracterizada pela alta pressão sanguínea, inchaço e proteína na urina.

A hipertensão durante a gravidez afeta 1 entre 14 mulheres. Esse quadro médico é mais comum nas primeiras gravidezes.

Mulheres adolescentes e acima dos 40 anos são mais afetadas por essa condição.

Mulheres mais afetadas:

 

- Com menos de 20 anos de idade.

- Com mais de 35 anos de idade.

- Com histórico de hipertensão.

- Com histórico de pré-eclâmpsia.

- Tem parentes com histórico de pré-eclâmpsia.

- Estão acima ou abaixo do peso.

- Tem diabetes.

- Tem doenças no rim.

- Tem histórico de consumo de drogas, tabaco e álcool.

Os sintomas mais comuns:

 

- Aumento abrupto de peso.

- Hipertensão.

- Proteína na urina.

- Inchaço.

O hipertensão durante a gravidez pode dificultar o recebimento de sangue na placenta, afetando o bebê.

Complicações mais raras:

 

- Convulsões.

- Falência renal temporária.

- Problemas no fígado.

- Coagulação do sangue.

- Parto prematuro.

O médico deve ser consultado imediatamente quando for percebido:

 

- Aumento abrupto de peso (2 quilos em 5 dias).

- Inchaço nos dedos, pés, cara e pálpebras.

- Dormência nos pés e nas mãos.

- Dor de cabeça que não melhora com Tylenol.

- Dor abdominal.

- Visão embaçada.

- Diminuição do movimento do feto.

- Náusea e vômito.

- Sangramento vaginal.

A hipertensão geralmente acaba após o parto.

Para mais informações consulte o seu médico.

Fonte: Cleveland Clinic.

Postado por joaoflavio às 14:29

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Quando dirigir é arriscado:

A maioria dos motoristas idosos dirige com mais responsabilidade que os jovens, evitando altas velocidades e situações de perigo no volante. Porém acidentes de trânsito representam a segunda maior causa de mortes entre pessoas mais velhas (vítimas de acidente).

Pessoas acima de 80 anos possuem taxas maiores de mortes por acidentes de trânsito.

Além da idade, a condição médica do paciente é um fator relevante para sabermos se estamos capacitados para conduzir um veículo ou não.

Motoristas com Alzheimer (transtorno neurocognitivo mais comum) apresentam grande risco de acidentes devido a memória debilitada, falta de atenção, falta de habilidade para resolver problemas e multitarefas, orientação espacial e reação a velocidade.

A demência frontotemporal  (forma menos comum em idosos) causa deficiências no raciocínio. Os pacientes com essa doença estão mais propícios a avançar sinais de trânsito, andar em alta velocidade e causar acidentes.

Indivíduos com a doença de Parkinson leve podem dirigir sem problemas, porém com a evolução da doença problemas como desorientação espacial podem aparecer. O clínico pode pedir um teste de direção para melhor diagnosticar o paciente. A reavaliação deve ser feita todos os anos.

Cerca de 1% a 3% de todos os acidentes de trânsito são causados por algum tipo de incapacitação abrupta do motorista.

A síncope vasovagal detém 35% de qualquer episódio sincopal.

A segunda maior causa de incapacitação abrupta em motoristas é a arritmia.

É recomendado que o paciente que sofreu sincope vasovagal frequente ou severa pare de dirigir até que a doença seja controlada.

Os pacientes que passaram pelo procedimento cirúrgico de cardioversor desfibrilador implantável experienciam choques inesperados, mas não há indícios que acidentes tenham sido causados por esse motivo.

Pessoas que sofrem de convulsões devem consultar seus médicos para saber se podem ou não dirigir.

Remédios também podem afetar o desempenho de quem está no volante. Digite o nome do remédio no link abaixo para saber se é seguro combinar com a direção: - -Teste Aqui!

É muito importante saber se estamos seguros para dirigir!

Para mais informações visite o seu médico.

 

 

 

 

Postado por joaoflavio às 17:45

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O que é a fratura de estresse?

A fratura de estresse é uma pequena ruptura no osso causada pelo exercício repetitivo e ocorre em sua maioria no pé e na perna.

Esse tipo de fratura é comum em atletas.

Os sintomas incluem dor branda e inchaço no local da fratura, porém se não tratada a dor pode se tornar severa alinhando os ossos do atleta de forma incorreta.

Muitas vezes uma nova rotina de exercícios pode resultar em uma fratura de estresse, por isso é sempre importante fazer os movimentos corretos quando se começa um novo esporte.

Outras causas desse tipo de fratura são:

- Músculos cansados transferem o impacto para os ossos.

- Erros de treinamento e técnica.

- Mudança abrupta no ritmo de exercícios.

- Mudança na superfície do local de treino (ex: areia para o asfalto).

- Atividade constante em esportes de grande impacto, como tênis e basquete.

- Uso do material esportivo errado.

- Doenças que enfraquecem os músculos como a osteoporose.

- Baixos níveis de vitamina D no organismo.

A imagem de ressonância magnética é o exame mais indicado para o diagnóstico da fratura de estresse. Além de ser rápido, não expõe o paciente a radiação e apresenta imagens claras.

Formas de tratamento recomendadas:

- Parar a atividade física.

- Aplicar gelo no local.

- Interrupção da atividade durante 1-6 semanas.

- Quando deitado, deixar os pés acima da altura do coração.

- Uso de anti-inflamatórios.

- Mudança no material esportivo usado (principalmente os tênis).

- Uso de muletas.

- Algumas fraturas de estresse precisam de cirurgia.

- No caso de diabetes, visite o seu médico imediatamente.

- Treino moderado.

- Mudança para atividades aeróbicas de pequeno impacto como o ciclismo e natação.

A fratura está presente enquanto a dor é sentida. A recuperação se dá de 6-8 semanas.

Se não for tratada, a fratura de estresse pode piorar, acarretando em uma ruptura completa do osso, limitando os movimentos e causando artrite.

É muito importante que o esporte seja praticado de forma correta.

Para mais informações procure seu médico.

Postado por joaoflavio às 12:16

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